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A&F Engenharia Predial
Canteiro de obra visto do alto, com laje de concreto, pilares com armadura exposta, escoramento metálico e operários usando capacete e colete refletivo

A empresa

A A&F trabalha no que já foi construído e deu problema

Não é construtora, não é conservadora de contrato mensal, não é escritório que só assina laudo. É engenharia de recuperação: entra quando o prédio já está de pé, já está habitado e alguma coisa parou de funcionar como deveria.

São 7 linhas de trabalho — hidráulica predial, recuperação de fachada, telhados e obra civil, perícias e laudos, recuperação estrutural, calçadas, segurança contra incêndio — executadas em Belo Horizonte, Contagem, Betim e Nova Lima.

Constituída em
2020
Habilitação técnica
Empresa de engenharia registrada, capaz de emitir ART pela própria empresa

Como a A&F trabalha

Quatro decisões que definem o resto

O síndico não tem como avaliar competência técnica — ele não é da área. O que ele consegue avaliar é método. Estes quatro pontos são o método, e valem para qualquer uma das linhas de serviço.

Mede antes de orçar

Nenhum orçamento sai sem visita. Preço estimado da calçada é o que faz obra estourar no meio — e é uma das razões pelas quais três propostas do mesmo serviço chegam com valores tão diferentes na mesa do síndico.

Escopo por escrito, com o que fica de fora

A proposta diz o que será feito e o que não será. O que não está no escopo não vira aditivo no meio da obra — vira conversa antes de começar.

O prédio continua funcionando

Obra em prédio habitado se organiza em torno de quem mora ali, e não o contrário. Horário combinado, aviso por unidade, limpeza no fim do dia.

Garantia separada por quem dá

A garantia do serviço executado é da A&F. A garantia de fábrica da peça é do fabricante. As duas vão por escrito, identificadas, e não se somam — juntar as duas num número só é o truque mais comum das propostas do setor.

Credencial técnica

O que dá para conferir antes de contratar

O síndico não compra competência técnica — ele não tem como avaliar isso. Ele compra risco. Estes são os pontos que ele consegue verificar sozinho, em qualquer empresa que apresente proposta.

Ver a ficha da A&F no Google
  • Empresa de engenharia registrada

    A A&F emite ART em nome da própria empresa. É o documento que formaliza quem responde tecnicamente pelo serviço — e o que permite ao condomínio saber a quem recorrer se algo der errado.

  • Pessoa jurídica desde 2020

    Sociedade empresária limitada. Não é autônomo, não é MEI. O síndico consegue conferir a empresa em consulta pública antes de assinar qualquer coisa — e deveria conferir todas as três propostas.

  • Quem acompanha a obra é o dono

    Não existe camada de atendimento entre o síndico e quem decide. Se a obra atrasar, se um morador reclamar, se aparecer algo que não estava no escopo, a conversa é com quem pode resolver na hora.

Como a obra funciona

Quatro etapas, e a primeira não é o preço

O síndico recebe três orçamentos que podem variar muito entre si e não tem como comparar tecnicamente. A diferença quase sempre está aqui: quem mediu antes e quem estimou de longe.

  1. 01

    Visita técnica

    Antes de qualquer preço, alguém sobe, abre e olha. Sem visita não sai orçamento — chutar de baixo é o que faz a obra estourar depois.

  2. 02

    Escopo e orçamento por escrito

    O que será feito, o que não será, e o valor. O síndico recebe um documento que ele consegue levar para a assembleia e comparar com os outros dois orçamentos.

  3. 03

    Execução com o prédio funcionando

    Obra em prédio habitado tem regra própria: horário combinado, aviso por unidade, limpeza diária. O condomínio não para.

  4. 04

    Entrega e garantia

    Revisão final com o síndico e a garantia por escrito — a do serviço executado e a de fábrica da peça, separadas e identificadas.

Obra em prédio habitado

O prédio não para porque a obra começou

Quem mora ali continua morando ali. Isso não é detalhe de execução — é metade do trabalho. O que atrapalha a vida do síndico raramente é a obra em si: é morador reclamando de coisa que ninguém avisou.

Estes quatro pontos são combinados antes de a obra começar e ficam registrados no escopo.

  1. Horário combinado com a portaria

    A janela de trabalho é acertada antes de a obra começar e fica registrada. Ninguém aparece de surpresa.

  2. Aviso por unidade

    Quando o serviço afeta um apartamento — água desligada, acesso à área de serviço, ruído próximo — o morador é avisado antes, não depois.

  3. Limpeza no fim do dia

    A área comum não amanhece com entulho. O que foi aberto é isolado, e o que foi sujo é limpo antes de a equipe sair.

  4. Uma pessoa para o síndico chamar

    Quem acompanha a obra é o dono da empresa. Se der problema, o síndico não fala com atendimento — fala com quem decide.

Fachada de edifício em obra inteiramente coberta por andaimes metálicos, com operários de capacete, colete refletivo e cinto de segurança sobre as plataformas

Próximo passo

Toda obra começa com uma visita técnica

Não existe orçamento honesto feito da calçada. Alguém precisa subir, abrir a caixa, bater na fachada e medir o que está comprometido — é isso que separa um escopo de uma estimativa. Pelo WhatsApp você conta o que está acontecendo e a gente marca a visita.

(31) 93618-6211 · Belo Horizonte, Contagem, Betim e Nova Lima

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